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Psicoterapia que combina experiência clínica e base científica sólida | Supervisão clínica para psicólogos | Palestras 

Sobre mim

Meu nome é Camila de Moraes Camargo Machado, sou psicóloga clínica (CRP 12/17966) graduada na Universidade do Sul de Santa Catarina.

Há sete anos trabalho como psicóloga clínica, com ênfase no atendimento de adultos com diferentes diagnósticos, como transtornos de ansiedade, depressão, transtornos de personalidade, transtornos de humor, transtorno de défict de atenção e hiperatividade, bem como pacientes que não possuem diagnóstico formal, contudo possuem sofrimento clínico significativo, como por exemplo: dificuldades relacionais, dificuldades de regulação emocional, desempenho, procrastinação, perfeccionismo ou autoestima.

Tenho formação e ampla experiência com avaliação psicológica, psicodiagnóstico e psicopatologia, bem como, formações em Terapia Cognitivo Comportamental e Terapias Contextuais bem como práticas baseadas em evidências em Psicologia.

Hoje, atendo na modalidade on-line pacientes de todo o mundo, através da Terapia Cognitivo Comportamental, Terapia de Aceitação e Compromisso e  Terapia Comportamental Dialética (TCC; ACT e DBT) que hoje são as abordagens com melhores evidências científicas para o tratamento da maior parte dos transtornos mentais e do comportamento.

Além do atendimento clínico, realizo a supervisão de casos clínicos a outros psicólogos na modalidade individual ou em dupla, e ministro palestras e formações para instituições sobre temáticas relacionadas a saúde mental. 

Meus serviços em consultório

Psicoterapia para adultos

A psicoterapia, no contexto das Terapias Cognitivas Comportamentais, é um processo clínico estruturado, orientado por objetivos terapêuticos definidos a partir de uma avaliação diagnóstica inicial. Fundamenta-se na compreensão de que pensamentos, emoções e comportamentos estão interligados e que, por meio da identificação e modificação de padrões disfuncionais de cognição, é possível promover alívio do sofrimento psicológico e mudanças significativas na vida do paciente.

Dentre as principais abordagens que compõem as terapias cognitivas estão:

• Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Focada na identificação de distorções cognitivas, crenças centrais e esquemas disfuncionais do paciente, promovendo estratégias de reestruturação cognitiva e intervenção comportamental. É considerada uma das abordagens mais pesquisadas e empiricamente validadas, com eficácia comprovada em uma ampla gama de transtornos mentais: como depressão e transtornos de ansiedade, por exemplo.

• Terapia Comportamental Dialética (DBT): Desenvolvida inicialmente para o tratamento de pessoas com transtorno de personalidade borderline e comportamentos de risco, a DBT combina técnicas de aceitação e mudança, trabalhando aspectos como desenvolvimento habilidades, regulação emocional, tolerância ao desconforto, efetividade interpessoal e mindfulness. É uma abordagem bastante eficaz e validada cientificamente para o tratamento do transtorno de personalidade borderline e de pacientes com desregulação emocional.

• Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): Visa aumentar a flexibilidade psicológica através da aceitação de eventos internos (pensamentos, emoções, sensações) e do comprometimento com ações alinhadas a valores pessoais do paciente. 

Essas terapias fazem parte do escopo das Práticas Baseadas em Evidências (PBE) em psicologia, um modelo de atuação clínica que integra  a melhor evidência científica disponível para o tratamento do paciente; a experiência clínica do profissional; e as características, valores e preferências da pessoa atendida. Esse modelo é amplamente recomendado por diretrizes internacionais de saúde mental e visa garantir intervenções eficazes, éticas e ajustadas à realidade de cada paciente.

Supervisão Clínica para Psicólogos

A supervisão clínica é um dos pilares fundamentais na formação e no exercício ético e qualificado do psicólogo clínico. Trata-se de um espaço técnico e formativo no qual o profissional pode refletir sobre sua prática, aprimorar suas intervenções e garantir que sua atuação esteja alinhada com os princípios teóricos, técnicos e éticos da profissão.

Mais do que uma orientação pontual, a supervisão é um processo contínuo que promove o desenvolvimento de raciocínio clínico, o fortalecimento da identidade profissional e a ampliação da capacidade de manejo diante de casos complexos.

Quando orientada pelas Práticas Baseadas em Evidências (PBE), a supervisão oferece ao psicólogo supervisionado um olhar para seus casos com a ótica da melhor evidência científica disponível, soma a experiência clínica do supervisor a do supervisionando, e considera as características, valores e contexto do paciente em atendimento.

Esse modelo fortalece o compromisso com intervenções eficazes e fundamentadas, evitando improvisações ou condutas descoladas do que a literatura científica já validou como eficaz.

A supervisão clínica, nesses moldes, não apenas qualifica a intervenção, mas também ampara o psicólogo diante dos desafios emocionais e técnicos da prática clínica, promovendo segurança, clareza e crescimento profissional contínuo.

Palestras para instituições

Além do trabalho clínico em consultório, ministro palestras e treinamentos presenciais na Grande Florianópolis e on-lines para todo Brasil, para instituições, sobre temas relacionados à saúde mental, promovendo reflexões e oferecendo estratégias baseadas em evidências para o bem-estar, a prevenção do adoecimento psíquico e o desenvolvimento de ambientes organizacionais mais saudáveis.

Mais informações e agendamento

Como a psicoterapia pode ajudar

Conheça as minhas principais áreas de estudo e atuação e entenda como a psicoterapia pode te ajudar

Transtornos de Ansiedade

Os transtornos de ansiedade compreendem um grupo de condições psicológicas caracterizadas por medo e preocupação excessivos, que causam sofrimento significativo e impacto funcional na vida do paciente. Entre os mais comuns estão o transtorno de ansiedade generalizada (TAG), fobias específicas, transtorno de pânico e agorafobia.

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é considerada o tratamento psicológico de primeira linha para os transtornos de ansiedade, segundo diretrizes internacionais baseadas em evidências científicas. Ela atua na identificação e modificação de pensamentos automáticos distorcidos, crenças disfuncionais e padrões comportamentais de evitação, que mantêm e intensificam a ansiedade.

Depressão

A depressão é um transtorno psicológico caracterizado por tristeza persistente, perda de interesse, alterações no sono, apetite, energia e pensamentos negativos sobre si mesmo, o mundo e o futuro.

Na TCC, entende-se que esses sintomas estão ligados a padrões de pensamento distorcidos e crenças negativas.

A psicoterapia na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) atua na identificação e modificação desses pensamentos disfuncionais, além de promover a retomada gradual de atividades significativas. O foco é restaurar o equilíbrio cognitivo e comportamental, ajudando o paciente a resgatar o senso de valor pessoal, propósito e esperança.

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade 

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por desatenção, impulsividade e/ou hiperatividade, que impactam o funcionamento acadêmico, profissional e social do paciente.

Embora o tratamento medicamentoso seja recomendado, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) tem um papel fundamental no manejo do TDAH, especialmente em adolescentes e adultos.

A terapia atua no desenvolvimento de estratégias para organização, gestão do tempo, planejamento, autorregulação emocional e controle de impulsos. Também trabalha as crenças negativas relacionadas à autoestima e ao histórico de dificuldades enfrentadas pelo paciente.

Transtornos de Personalidade

Os transtornos de personalidade envolvem padrões duradouros e inflexíveis de percepção, pensamento e comportamento que causam prejuízos significativos na vida pessoal, social e emocional. Em especial, o transtorno de personalidade borderline se destaca por intensa instabilidade emocional, impulsividade, dificuldades nos relacionamentos e comportamentos autolesivos.

A DBT é uma abordagem derivada da Terapia Cognitivo-Comportamental, desenvolvida especificamente para tratar casos complexos de desregulação emocional, geralmente presente no transtorno de personalidade borderline.Seu foco está na construção de habilidades de mindfulness, regulação emocional, tolerância ao desconforto e efetividade interpessoal.

Transtorno Obsessivo Compulsivo

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é caracterizado pela presença de obsessões — pensamentos, imagens ou impulsos intrusivos e recorrentes — e compulsões, que são comportamentos repetitivos ou atos mentais realizados para neutralizar a ansiedade gerada pelas obsessões.

A Terapia Cognitivo-Comportamental é a abordagem de primeira escolha no tratamento do TOC, com forte respaldo em evidências científicas. O principal recurso terapêutico utilizado é a técnica de exposição e prevenção de resposta (EPR), que ajuda o paciente a enfrentar gradualmente os estímulos temidos sem recorrer aos rituais compulsivos.

Além disso, a TCC também trabalha a reestruturação de crenças disfuncionais relacionadas à responsabilidade exagerada, necessidade de controle e intolerância à incerteza — aspectos cognitivos centrais no TOC.

Transtorno Bipolar

O Transtorno Bipolar é um transtorno do humor caracterizado por episódios de depressão e mania (ou hipomania), com oscilações marcantes no estado emocional, energia, pensamento e comportamento.

Embora o tratamento medicamentoso seja indispensável e pilar principal para a estabilização do quadro, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma intervenção psicoterapêutica eficaz e amplamente recomendada como suporte complementar.

A TCC atua por meio da psicoeducação, ajudando o paciente a compreender o transtorno, identificar sinais precoces de recaídas e fortalecer a adesão ao tratamento. Também intervém sobre padrões de pensamento distorcidos, regulações comportamentais inadequadas e dificuldades interpessoais que surgem durante os episódios.

Além disso, a TCC auxilia na estabilização da rotina, organização do sono, manejo do estresse e promoção de estratégias de enfrentamento mais saudáveis.

Autoconhecimento e desenvolvimento pessoal

A psicoterapia não se restringe ao tratamento de transtornos mentais — ela também é um recurso valioso para quem busca ampliar o autoconhecimento, desenvolver habilidades emocionais e viver de forma mais consciente e alinhada aos próprios valores.

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o autoconhecimento é construído a partir da identificação de padrões de pensamento, emoções e comportamentos automáticos que influenciam as decisões cotidianas. Ao entender esses esquemas cognitivos, é possível ter mais clareza sobre suas reações, crenças centrais e formas de lidar com os desafios da vida.

Outra abordagem igualmente respaldada para tratar questões de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal é a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), em que o foco do tratamento está em promover flexibilidade psicológica — a capacidade de aceitar pensamentos e emoções difíceis sem se deixar dominar por eles, ao mesmo tempo em que se age com compromisso em direção ao que realmente importa.

Dificuldade na regulação emocional

A dificuldade de regulação emocional é uma queixa comum está frequentemente associada a impulsividade, reatividade intensa, sensação de descontrole, sofrimento interpessoal e estratégias de enfrentamento desadaptativas, como esquiva emocional ou autocrítica excessiva.

Duas abordagens dentro das terapias cognitivas de terceira geração têm se mostrado altamente eficazes nesse campo é a Terapia Comportamental Dialética (DBT) e a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT).

A DBT oferece um modelo estruturado que ensina habilidades específicas de regulação emocional, tolerância ao desconforto, mindfulness e efetividade interpessoal, já a ACT trabalha a regulação emocional a partir da aceitação experiencial e do desenvolvimento de flexibilidade psicológica, isto é, ajuda o paciente a parar de tentar eliminar emoções difíceis, e o ajuda a aprender a conviver com elas sem se paralisar, direcionando a ação para o que é importante e significativo.

Dificuldades nos relacionamentos

Dificuldades nos relacionamentos interpessoais podem se manifestar por meio de conflitos recorrentes, insegurança, padrões de dependência ou evitação, impulsividade emocional, dificuldade em estabelecer limites e sofrimento frente a críticas ou rejeições.

A Terapia Comportamental Dialética (DBT) oferece um conjunto estruturado de habilidades voltadas à efetividade interpessoal, que inclui estratégias para pedir o que se precisa, dizer "não" de forma assertiva e manter relações saudáveis com equilíbrio entre respeito ao outro e autocuidado. Já a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) contribui para o desenvolvimento de autenticidade relacional, ajudando o paciente a agir de forma coerente com seus valores mesmo diante de desconfortos emocionais, como vergonha, rejeição ou medo de conflitos. A ACT promove consciência dos próprios padrões e incentiva escolhas relacionais mais conscientes, responsáveis e alinhadas ao que realmente importa para o paciente.

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Supervisão Clínica para psicólogos

Como a supervisão clínica pode ser um diferencial na sua trajetória profissional

Supervisão individual

A supervisão individual é um recurso fundamental para o aprimoramento técnico, ético e humano do psicólogo clínico. Contar com o acompanhamento de um supervisor experiente, com formação em abordagens como TCC, ACT e DBT, oferece ao profissional não apenas suporte para lidar com casos clínicos complexos, mas também um espaço seguro para refletir sobre seu próprio posicionamento terapêutico.

É nesse encontro cuidadoso e personalizado entre teoria, prática e escuta qualificada que o terapeuta pode aprofundar seu raciocínio clínico, fortalecer sua autonomia e desenvolver estratégias mais eficazes e individualizadas para cada paciente.

Mais do que corrigir caminhos, a supervisão promove clareza e confiança— tanto na condução técnica quanto na identidade profissional do psicoterapeuta. 

Supervisão em dupla

A supervisão em dupla é uma modalidade que enriquece a prática clínica ao possibilitar o encontro de dois profissionais com o acompanhamento de uma supervisor qualificado. Esse formato favorece a troca de vivências, a escuta de diferentes perspectivas, o compartilhamento de estratégias terapêuticas e o acompanhamento diferentes casos clínicos.

Ao discutir casos em conjunto, os profissionais ampliam seu repertório técnico, desenvolvem maior flexibilidade clínica e fortalecem sua capacidade de reflexão e tomada de decisão. A escuta do outro também permite acessar formas diferentes de pensar e conduzir intervenções, o que favorece o crescimento mútuo.

Com mediação técnica, ética e acolhedora, a supervisão em dupla transforma o processo de aprendizado em uma experiência colaborativa, potente e inspiradora.

Acompanhamento personalizado

Um dos maiores diferenciais da supervisão é seu formato personalizado, que se adapta às necessidades reais do supervisionando, respeitando seu ritmo, nível de conhecimento técnico e os desafios específicos que enfrenta na sua prática clínica.

É um processo de cuidado com o terapeuta, que favorece não apenas o aprimoramento das intervenções, mas também a construção de uma prática mais consciente, confiante e alinhada com os princípios das práticas baseadas em evidências.

Indicações de materiais e leituras

Na supervisão clínica, além da escuta técnica e do suporte em relação a seus atendimentos, o supervisionando conta com a indicação de materiais, sugestões de leitura e orientações sobre métodos de estudo que fortalecem sua base teórica e seu raciocínio clínico.

Esse apoio é fundamental para quem está em formação ou deseja aprofundar seu conhecimento nas terapias cognitivas baseadas em evidências, como a TCC, ACT e DBT. A curadoria de conteúdos ajuda a filtrar o excesso de informação e direciona o aprendizado de forma estratégica, conectada à realidade dos casos clínicos.

Com isso, a supervisão se torna também um espaço de formação continuada, promovendo crescimento técnico e segurança na atuação profissional.

Você está fazendo o melhor que pode neste momento e, ao mesmo tempo, pode aprender novas habilidades para fazer melhor"

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